As rimas

Nas mãos, um punhado de mágoas
E uma saudade tanta
Que não me cabe entender
Pelo sol
Pela alma
Pelo sorriso de alguém que ainda nem nasceu

Cantar é meu destino
Sonhar é minha função
A esperança é o álibi
Para as coisas que faço com coração

Nas mãos, uns poucos trocados pro café
Que me devolve a noite
Sem que eu precise renascer
Sem horário
Sem pressa
Sem caminhos ao amanhecer

Sonhar é meu caminho
Cantar minha confusão
O que canto é tão estranho
É que fiz das rimas, coração

Ithalo Furtado

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