A Oitava Cor

Que a felicidade chegue a tua casa
Com o cuidado que se deve ter
Com uma borboleta que pousa no dedo polegar

Peça que ela sente em seu sofá de nuvem
E sirva-lhe o café mais generoso
Fale sobre suas dores e depois desabe num sincero choro

E que a janela fique aberta para o sol entrar
E que o vento de todas as velas venha como brisa mansa
Pra fazer dos teus cabelos uma lança contra o ar

Que a felicidade chegue a tua alma
Como quem da no chocolate uma mordida
E que ela tenha um pingente em grão de arroz
Escrito: “Arte, minha vida…”

Que os sorrisos se misturem a necessidade
E que eles façam parte do teu dia a dia
Mesmo que uma lágrima exploda por pura verdade
Que prevaleça sempre a tua mais sincera alegria

E se os teus sonhos não forem os mais fortes
Nem se fortes forem os teus risos
Tenho certeza que os teus risos e os teus sonhos
Serão entre todos os mais coloridos

. Ithalo Furtado

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