Refúgio

As coisas são tão simples que até
da medo de tão simples que são
Há quem se vista de outono
pra celebrar a solidão
Com lembranças secas que caem
dos galhos tortos da saudade
Implorei pelo teu frio
Quando implorar por teu calor era tarde

Mas, há quem prefira
Um pôr do sol particular
Inunda os olhos de brilho
E fascina almas com o olhar

No final do livro não se descobriu
Nem o Herói nem o Vilão da história
No final da vida todos nós somos heróis
Até pecados são motivos para glória

O que vim te mostrar
(É meu esconderijo)
Eu vim te mostrar
(Em meu último suspiro)
Venha pra cá
(Quando o mundo estiver difícil)
Ou só pra lembrar
Apenas pra lembrar de mim…

. Ithalo Furtado

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Uma consideração sobre “Refúgio”

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